Habitação social,sob o controleda prefeitura.
Plataforma para gestão da política habitacional municipal: cadastro da família, fila, sorteio, obra e entrega da unidade, com trilha de auditoria nativa.
Auditoria entra como restrição de design desde o primeiro registro. Modelo de dados, fluxos de aprovação e política de retenção foram desenhados para atender Lei 14.133/21, IN do MCMV e LGPD.
Gerir habitação social no Brasil é, antes de tudo, um problema de dados.
Cadastros fragmentados
Listas em planilhas, sistemas estaduais e CadÚnico que não conversam. Famílias inscritas três vezes, outras esquecidas.
Critérios opacos
Decisões de fila sem trilha de auditoria. Vereadores cobram, Ministério Público investiga, gestores não conseguem responder.
Sorteios sem credibilidade
Processos manuais geram contestação. Sem registro técnico do método, qualquer resultado vira disputa pública.
Acompanhamento pós-entrega
Após receber as chaves, a família some do radar. Inadimplência, ocupação irregular e cumprimento de contrato ficam invisíveis.
O empreendimento existe antes da primeira parede
Quadras, lotes e etapas de obra ficam registrados desde o projeto. Cada unidade que sobe carrega o processo que a autorizou, e a secretaria acompanha o avanço físico junto do avanço documental.
A família se inscreve pelo celular
Uma interface pública recebe a pré-inscrição sem exigir deslocamento até a secretaria. O que a família preenche entra na base já validado, com protocolo de recebimento e consulta da própria situação depois.
Fila auditável em cada movimento
Critérios de pontuação configuráveis por edital. Cada movimentação na posição da família fica registrada com responsável, data e justificativa, pronta para consulta interna ou pedido externo.
Um sistema de registro para toda a secretaria
Triagem, território e indicadores no mesmo lugar, com permissão por perfil e histórico de quem fez o quê. O esquema abaixo mostra a organização das telas, sem expor a interface.
Quatro frentes. Um só sistema de registro.
Polidomos cobre o ciclo completo do programa MCMV municipal: cadastro inicial, fila, sorteio, obra e monitoramento contínuo depois da entrega das chaves.
Cadastro unificado e validado
Importação de cadastros legados e leitura do CADÚnico para consolidar a base municipal. Validações automáticas de elegibilidade aplicadas no momento da inscrição.
Fila auditável em cada movimento
Critérios de pontuação configuráveis por edital. Cada movimentação na posição da família fica registrada com responsável, data e justificativa, pronta para consulta interna ou pedido externo.
Sorteios com fé pública
Método auditável com parâmetros publicados antes do evento e laudo técnico assinado. Resultado registrado de forma imutável, com ata anexada ao processo do empreendimento.
Acompanhamento pós-entrega
Acompanhamento de ocupação e cumprimento contratual pelo período exigido pelo programa. Alertas operacionais sobre situações que exigem atenção da secretaria.
Auditável por construção. Pronto para o Tribunal de Contas e para o Ministério Público.
LGPD por design
Bases legais documentadas, encarregado de dados (DPO) acessível em painel próprio e fluxo público para exercício dos direitos do titular previstos em lei.
Trilha de auditoria imutável
Toda movimentação relevante registrada com responsável, data e justificativa em registro inalterável. Exportação disponível para órgãos de controle em formato auditável.
Isolamento entre prefeituras
Os dados de cada município ficam segregados em duas camadas independentes da aplicação. Falha em uma não compromete a outra.
Soberania nacional dos dados
Infraestrutura inteiramente em território brasileiro. Dados de famílias e contratos nunca trafegam para fora do país.
Cifragem padrão de mercado
Comunicação cifrada em trânsito e dados cifrados em repouso, com chaves segregadas por município. Aderente às boas práticas exigidas em contratações públicas de TI.
Continuidade operacional
Recuperação contínua de dados com perda mínima em caso de incidente. Plano documentado de continuidade do negócio cobrindo cenários de indisponibilidade.
O que gestores nos perguntam antes de fechar.
Importamos cadastros existentes a partir de planilhas e bases legadas. A leitura do CADÚnico é nativa. Para outros sistemas municipais, avaliamos integração caso a caso durante o diagnóstico inicial. A maior parte das prefeituras consegue operar sem depender de integrações que ainda não existem.